CONTEÚDOS EXCLUSIVOS

Destacamos periodicamente neste espaço artigos e notícias mais importantes sobre o mercado de imóveis, condomínios, taxas e valores com análises e eventos pertinentes que ajudaram você a se situar no mundo imobiliário.  

Saiba como usar o 13º salário para realizar o sonho da casa própria

Existem muitas maneiras de investir o dinheiro extra na compra de um imóvel.

*postado em 25/05/2019

O primeiro ponto é que o 13º salário pode servir para incrementar o valor que precisa ser juntado para dar de entrada para conseguir o financiamento de um imóvel. Porém, nem sempre a quantia é suficiente para dar uma contribuição.

Ainda assim, a renda extra pode contribuir para se livrar do aluguel. E são várias as maneiras. Uma delas diz respeito a quem ainda está no momento da compra.

“Normalmente o 13º salário não é relevante para dar na entrada, mas, à medida que a pessoa sabe que vai fazer um financiamento, ela deve ter consciência que vai ter custos adicionais. E o dinheiro pode servir para quitar essas despesas”, explica Antônio Pessoa, economista e professor da UniFBV.

As taxas envolvem os custos com ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), registro de escritura, que vai certificar a propriedade do imóvel, certidões emitidas pelo cartório, além de serviço de despachante, avaliação do imóvel e documentações.

Muitas pessoas acabam achando que as despesas são apenas as parcelas do financiamento e se esquecem desses gastos extras que vão aparecer. Mas é preciso ficar atento a isso e se programar para conseguir quitar todas as contas na hora de comprar um imóvel. O 13º salário pode ser muito útil para custear essas despesas”, afirma.

 

“O 13º salário pode servir para adiantar parcelas e diminuir o tempo de financiamento, garantindo economia porque diminuem também os juros e acaba sendo uma diferença muito grande no valor, é uma vantagem enorme”, ressalta Gildo Vilaça, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE).

Depois disso tudo e de estar equilibrado com as finanças, também é possível aplicar o 13º salário em uma reserva para quitar despesas que despontam mais à frente. Uma delas, por exemplo, é para quitar a parcela das chaves.

“Outra opção é usar o dinheiro para a decoração do apartamento, comprar os móveis ou mandar fazer planejados, adquirir os eletrodomésticos, fazer alguma reforma”, conclui o presidente da Ademi-PE.

fonte:https://revista.zapimoveis.com.br/13o-salario/

Reformei o imóvel alugado, devo pedir desconto no valor do aluguel?

Saiba quando o inquilino pode pedir o desconto na locação

*postado em 13/05/2019

É muito comum os imóveis alugados necessitarem de reforma, seja no início da locação ou no meio. Nesses casos é obrigatório o proprietário (locador) ressarcir o inquilino (locatário) os valores gastos das reformas realizadas no imóvel alugado?

Entende-se que o mais correto é negociar logo na entrada, ou seja, estabelecer um acordo no contrato de locação do imóvel de como será feita à reforma pretendida e qual será o desconto aplicado no valor do aluguel.

Já nos casos em que o inquilino esteja alguns meses ou anos no imóvel, aconselha-se enviar uma proposta de reforma detalhando todo o projeto, custos, prazos e as formas de ressarcimento/desconto no valor do aluguel.

Outra dúvida que surge na cabeça dos proprietários é se realmente esse inquilino vai realizar a reforma negociada, pois é comum o proprietário abonar durante meses um determinado valor do aluguel e o inquilino não executa a obra, transformando-se em um impasse.

Todos os casos, 99% dos contratos realizados por administradoras vão constar cláusulas com o tema da “reforma” ou com o termo jurídico “benfeitoria”. Nessas cláusulas, sempre constará que o inquilino é obrigado a informar ao proprietário à intenção de reformar o imóvel e na grande maioria das vezes constará que as benfeitorias realizadas NÃO SERÃO INDENIZÁVEIS, ou seja, mesmo que o imóvel necessite de reforma urgente, o proprietário não arcará com essa reforma, ficando a cargo do inquilino.

A legislação dispõe nos artigos 35 e 36 da Lei do Inquilinato (8.245/91) sobre o tema, da seguinte maneira:

Na grande maioria das vezes, os contratos deverão constar essa “disposição contratual em contrário”, mas na prática é necessário avaliar cada situação, pois a lei protegerá o inquilino caso essa “benfeitoria” seja realizada de forma urgente e obrigatória para a “segurança” e “bem-estar” das pessoas que vivem ou utilizam o imóvel.

Cliente que desistir de imóvel tem de pagar até 50% do valor

Lei começou a vale em 28/12/2018 o qual regulamenta o distrato imobiliário

*postado em 04/05/2019

Publicada 28/12/2018 no Diário Oficial da União, a lei que regulamenta o distrato imobiliário foi aprovada pelo Congresso Nacional - Lei 13.786/2018 trata dos direitos e deveres das partes nos casos de rescisão de contratos de aquisição de imóveis tanto no  regime de incorporação imobiliária ou loteamento.

As entidades de defesa do consumidor criticou a vigência pois a multa de agora é muito maior do que as que vinham sendo estabelecidas pela Justiça. Comparando com os últimos anos, a retenção era de 10% a 25% do valor já pago como multa. Por sua vez, as empresas de construção civil alegavam que os prejuízos são altos quando um cliente desiste da compra do imóvel. Logo, a nova lei foi muito bem recebida pelo mercado imobiliário.

Como funcionada? O projeto determina que metade do valor pago pelo comprador seja retido pela incorporadora se o acordo for desfeito e o imóvel estiver no regime conhecido como patrimônio de afetação, no qual é criada uma empresa para tocar o empreendimento, com patrimônio separado da construtora. Nos demais casos, a penalidade será de 25%.

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) considera que a medida vai devolver a necessária segurança jurídica a todos os envolvidos no setor. “Com a nova legislação, o setor imobiliário começa o ano de 2019 com mais equilíbrio, previsibilidade e confiança para investir”, disse a associação em nota.

No caso de loteamentos, a retenção pode chegar a até 10% do valor pago e a devolução deve ocorrer em doze parcelas.  

A construtora atrasou a entrega do seu imóvel? 

Saiba quais são as providências a tomar diante deste cenário

*postado em 23/04/2019

Quem nunca conheceu ou ficou sabendo de alguém que teve o atraso da entrega do seu imóvel comprado na planta pela construtora? Embora possa parecer não recorrente, não é raro esse tipo de problema. Por essa razão, o comprador precisava ficar atendo durante o processo de compra do imóvel.

Mas, antes de jogar tudo para o alto, saiba que existem maneiras de resolver a situação.

Segundo corretores de imóveis e advogados de direito imobiliário, é preciso que o cliente seja cauteloso e tente negociar diretamente com a construtora.

 

O medo de não receber as chaves por conta de ação judicial, por exemplo, não pode ser empecilho para comprar o imóvel, pois isso é praticamente impossível, até mesmo porque enquanto a construtora não entregar o imóvel, ela deverá pagar essa indenização, o que é muito ruim para ela.

Primeiramente certifique-se a idoneidade do construtor; fique de olho na documentação; verifique minuto do contrato; em caso de dúvidas procure a ajuda de especialistas. O auxílio de um escritório experiente em direito imobiliário também é uma saída.

 

Outra dica importante é: guardar os materiais como panfletos, anúncios escritos feitos pelos vendedores. Observe atentamente se o que consta nos prospectos e anúncios condiz com a planta aprovada pela prefeitura e com o memorial descritivo da edificação, registrados no Cartório Imobiliário competente.

 

Lembre-se que o objetivo dessa indenização tem como unicamente reparar o dano financeiro sofrido por você por não poder usufruir da compra.

Então escolher a construtora que tem bom histórico pode fazer a diferença lá na entrega, evitando dor de cabeça pior.                

Os cuidados importantes ao comprar um imóvel novo

Atente-se a alguns cuidados para que uma ótima oportunidade não se torne uma armadilha 

*postado em 13/04/2019

Comprar imóvel novo, é o sonho ideal de quem busca seu novo lar. Diferente de na planta, onde o comprador irá pagar durante o período de obras. Ou usado, onde irá morar em uma unidade residencial que já tenha sido ocupada por outras famílias.

O que não é diferente para quem vai comprar imóvel novo são os cuidados que ele precisa ter para investir seu dinheiro nessa aquisição. 

Exemplo, um imóvel novo colocado à venda, foi comprado por alguém. Quando comprados com o intuito de revenda, nem sempre possuem uma vistoria feita com todo o cuidado. Pode ser que ela não seja tão bem feita assim. E uma vez que o proprietário, no caso o investidor, assinou a vistoria, não será possível pleitear com a construtora possíveis defeitos de construção como um piso irregular, uma rachadura ou algo que não esteja de acordo com o memorial descritivo.

Faça uma visita para conferir como foi feita e se o estado do imóvel está de acordo com o laudo. Existem casos, principalmente para imóveis que participam de feirões, em que a vistoria ainda não foi realizada e o comprador poderá realizá-la da mesma maneira como se tivesse comprado na planta. 

Entender qual o caminho que ele chegou até você também é importante. Quais condições fizeram este imóvel ser considerado uma oportunidade e não uma armadilha? Essa unidade simplesmente não foi comercializada durante o período de obras? Um antigo proprietário, com dificuldades financeiras, devolveu para a construtora? O imóvel possui algum empecilho legal para a compra como penhor, inventário ou leilão?

Para todas estas perguntas, seu corretor deve ter as respostas imediatas e ser capaz de te informar sobre o histórico do imóvel. Mesmo assim vale consultar a reputação da construtora e até mesmo do condomínio tanto em órgãos de proteção ao consumidor quanto em sites e fóruns.

Outro motivo de venda é quando o proprietário não consegue pagar as parcelas ou refinanciar, ou existem aqueles que estão mal localizados no condomínio e, por isso, não encontraram compradores. Um apartamento que fique ao lado da quadra de esportes ou uma casa que esteja ao lado da lixeira do condomínio, por exemplo, podem não ter sido vendidos pela sua localização dentro do empreendimento.

Seja qual for a situação, realizar uma ou mais visitas para comprar um imóvel novo é fundamental para avaliar também o bairro e as distâncias que impactarão a nova vida da sua família.

Fonte: VIVAREAL - https://lcbr.co/kYghNM3F

A vida fechada de um condomínio

*postado em 04/04/2019

Você acha que as relações coletivas já são um grande desafio para as pessoas nos dias de hoje, imagina para quem vive em um condomínio fechado.

Aglomeradas casas no estilo vertical, não é de hoje que dividimos espaço com esse estilo de vizinhança e, com o passar do tempo, tem sido cada vez mais desafiador estar com várias pessoas vivendo seus diferentes hábitos, culturas, costumes, horários, compartilhando do mesmo ambiente, até porque a proximidade entre as residencias é ainda maior.

 

Repare! Há um percurso da porta do seu apartamento ate a saída para rua cujo trajeto pode exigir sua empatia numa situação inesperada de ajuda, a postura cortes de "bom dia" faz parte da sua obrigação, a parcimônia de aguardar o elevador chegar ao seu andar, o trânsito de veículos dentro do próprio condomínio - em alguns casos - ser solidário com idosos pode ser inevitável, pessoas com deficiência, e por ai vai. 

Pra tudo tem um jeito, mas uma coisa é certa: não há espaço para os intolerantes que acham que só existe uma forma de viver e de pensar: a dele. Nem para o egoísta que não tem espírito de coletividade, gentileza e falta de preocupação com o bem estar do próximo. Bem como a tarefa de zelar pela segurança de todos, dividir o espaço de lazer, fazer círculos de amizades e entender, de fato, seus direitos e deveres.

Sim! Morar em condomínio requer de você um olhar diferente dos demais, um olhar sobre a vida. 

Sindico morador ou o profissional de gestão de condomínio, o que é melhor?

Nova modalidade vem tomando espaço cada vez mais no cenário de condomínios

*postado em 26/03/2019

O síndico é o representante maior do condomínio, o que convoca assembleias, zela pelo patrimônio, segurança do condômino, entre outros. Além disso, o sindico pode ou não ser morador do condomínio, cujo profissional atende vários prédios de uma só vez.

Mas, afinal o que é melhor, alguém que esta 24 horas permanente ou que passa algumas horas por semana em cada um deles?  

De acordo com código Civil Artigo 1.347. A assembleia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se."

Para o morador Gustavo, que há 20 anos é morador de condomínio em São Paulo, não vê a necessidade de um profissional fixo. "O síndico pode ser um terceiro que não more no condomínio, ou uma administradora que execute as funções do síndico para fazer administração. Desde que a convenção não proíba, mas é necessário ser aprovado em assembléia e registrado em ata" diz.

O zelador Alex Alexandre Paulino que há mais de dez anos atua com zeladoria em condomínios defende a atuação do síndico presente. "Ele acompanha de perto os problemas do condomínio, e por ser morador, passa maior confiança para outros moradores, tanto na questão administrativa e financeira", diz.

Ele pontua que para um condomínio que tem muitos problemas, moradores que não se interessam pela questão administrativa, é interessante ter um profissional ali, que ajuda a resolver problemas burocráticos e imediatos.

No entanto Alex diz que não vê uma prática absoluta, que isso depende também da realidade do condomínio. "Há alguns condomínios de classe média alta que contratam o profissional para administração. Se o condomínio consegue suprir a necessidade de um síndico profissional, não vejo problema",complementa.

Não se esqueça, independente do cenário, o morador deve sempre conferir a ata do seu condomínio para certificar se tal acordo do síndico teve votação e reunião com a maioria dos votos presentes em assembléia. 

 
 
Reajustes do programa "Minha Casa Minha Vida" começam a valer para 2019 
*postado em 07/03/2019

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Minha Casa Minha vida é uma iniciativa do Governo Federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias para famílias de baixa renda. Além disso, o programa passa anualmente por atualizações nas regras de contratação, e para 2019 essas regras já estão sendo aplicadas para quem está adquirindo o benefício.

De acordo com portal da Caixa econômica Federal, o programa contou com um reajuste em suas faixas de renda e também no valor máximo de financiamento, alcançando um maior número de famílias.

Nesta modalidade, existem três faixas de renda contempladas para critérios de concessão do benefícios, as quais serão aplicadas por faixa de renda que variam na faixa 1 a faixa 3. Esta variação também leva em consideração a renda familiar, o qual pode contar com financiamento de acordo com perfil. As prestações também variam, conforme a renda bruta familiar.

O reajuste foi de mais de 7% e agora permitirá que famílias que antes não podiam se inscrever, possam contratar o financiamento e sair do aluguel.

O programa possui diversas vantagens e recursos, por isso é bom consultar o regulamento que está disponível no site da Caixa Econômica Federal, acesse https://bit.ly/1QdNybQ

Permuta de imóveis: A dúvida de muitos que buscam a prática dessa negociação.
*postado em 18/03/2019

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Colocar o imóvel a venda sempre é um processo que exige cuidado, paciência e disposição de tempo, Porém, essas não são as únicas opções para ter um novo lugar para morar, há possibilidade de utilizar a permuta de imóveis.

 

Nessa forma de contrato, as partes se obrigam mutuamente a dar uma coisa por outra de valores equivalentes. Diferente da compra e venda a permuta de imóveis não exige que o pagamento seja feito em dinheiro, mas, sim, através de bens equivalentes. Em muitos casos, no entanto, existe a possibilidade de pagar a diferença em dinheiro. A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos, casas, apartamentos e imóveis a serem construídos.

“Se uma determinada pessoa possui um terreno e outra pessoa tem interesse nesse terreno para construção de um prédio, ao invés de pagar pelo mesmo em dinheiro, poderá pagar em unidades prontas” esclarece a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários. “Existe ainda a possibilidade do pagamento ser feito com bem acompanhado de pagamento em dinheiro. Nesta hipótese, a esse pagamento em dinheiro dá-se o nome de torna”, complementa.

Outro cuidado nessa escolha diz respeito ao tipo de contrato. “Deve-se atentar que, o contrato deverá ser feito por escritura pública, deverá constar de forma clara a data da entrega dos bens e a responsabilidade pelos tributos”, afirma a advogada.

Entre as vantagens, a principal é sobre a tributação. “Quando não existe torna na permuta, o negócio ficará isento da tributação do imposto de renda, uma vez que se entende que os imóveis permutados possuem o mesmo valor monetário”, diz.

 

Porém, ela ressalta que o ponto negativo é que existe a possibilidade de sobrevalorização dos imóveis.

fonte: Zapmóveis - https://revista.zapimoveis.com.br/permuta-imoveis/

Regras para carga e descarga de transportadora em Condomínio
*postado em 28/02/2019

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É comum e cada vez mais crescente a movimentação de carga e descarga feito por empresas terceiras nos prédios e condomínios. Sejam elas de pequeno, médio ou grande porte.

 

Haja vista que o transtorno é inevitável, seja para profissional do transporte que se depara com dificuldade de estacionar e o próprio  condômino, responsável pela segurança. Contudo, não é muito claro quanto a regra da permissão do que pode e não pode nesse tipo de cenário. A sindica e a portaria podem impedir a entrada desses profissionais no condomínio? É certo deixar o veículo para fora? 

 

Segundo o especialista em condomínios Marcio Rachkorsky, “se tiver no regulamento interno e sendo uma questão de segurança patrimonial, pode proibir sim”, diz. Há casos que não implicam na segurança por si só. “Às vezes o caminhão não passa na garagem porque estraga o piso, ou porque pode bater no teto, é uma questão de espaço logístico”, complementa.


Importante é sempre avisar o sindico com antecedência e verificar a possibilidade dessa entrada de terceiros, e lembre-se que a segurança patrimonial e dos condôminos vem sempre em primeiro lugar.

Aumento da Taxa de Juros
*postado em 21/02/2019

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Neste último mês houve um aumento da taxa de JUROS na contratação de crédito imobiliário. Certamente isso demonstra que a procura por imóveis irá aumentar e, consequentemente, o preço dos imóveis.

 

Setor de corretagem já identificou que o único Banco que ainda não elevou a taxa de juros foi a Caixa Econômica Federal ( atual 8,75% ) na comparação aos demais bancos.

Este é, sem dúvida, o momento de você comprar seu imóvel e aproveitar as taxas mais baixas que CEF oferece. Aproveite para fazer sem compromisso uma consulta ou simulação de uma contratação do crédito imobiliário. Creio que este é primeiro passo para sentir a viabilidade de conquistar seu imóvel.

Corretor de imóveis -  O único habilitado diante da lei 
*postado em 14/02/2019

Você sabia que a Lei n° 6.530/78 regulamenta e assegura que somente profissionais legalmente habilitados inscritos no conselho profissional correspondente pode exercer a função de corretor de imóveis? E, para tal, é necessário antes possuir a formação de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), um curso que também só pode ser oferecido por escolas autorizadas pelo sistema CRECI/COFECI. 

De modo que o corretor de imóvel é o único autorizado a intermediar transações imobiliárias. É bastante simples entender porquê. Além de o corretor estudar muito para ter seu registro e ter conhecimentos específicos, ele assegura a própria proteção do cliente na hora de realizar os trâmites de contrato e evitando riscos de uma transação imobiliária.

Para não cair nas mãos de pessoas de má fé, é fundamental avaliar se a imobiliária ou o corretor possuem Creci (registro no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis).

Vai comprar ou alugar um imóvel? Já sabe, contrate um corretor de imóveis.

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